(Re)inventando o trabalho


"O próprio conceito de economia compartilhada como conhecemos hoje — principalmente envolvendo a tecnologia nas transações de serviços ou produtos peer to peer, ou seja, diretamente de uma pessoa para outra — surgiu em uma crise. "Era algo que já existia, mas que foi ganhar corpo a partir de 2008. Foi com essa questão da crise que ganhou força a ideia de 'não preciso investir, posso simplesmente alugar e compartilhar, começa até a haver uma mudança cultural, sai um pouco daquela ideia de propriedade, e percebo que não preciso ter algo para usufruir."


Tendências comportamentais começam a surgir em resposta ao cenário atual. As empresas, os profissionais seguem demandas apresentadas pelo mercado, e para se manterem competitivos, precisam dançar conforme a musica. Flexibilidade, mobilidade, liberdade, sao palavras de ordem para os negócios a partir de agora.


Uma tendência de compartilhamento que vinha crescendo antes da pandemia e, ao que tudo indica, pode se adaptar e até ganhar força, é a do coworking. A plataforma Coworking Brasil, que reúne informações sobre esses espaços no país desde 2015, registrou um crescimento de 25% de 2018 para 2019 nesse mercado.